Diz que é uma espécie de inquérito

Quando os resultados não são os desejados:
15 horas

muda-se a questão:
17 horas

(pelo menos “asparam” a coisa)

Hoje acordei virada do avesso…

cinhacaneças

… e quase decidida a abandonar os blogues que não me fazem sentir especial. Tantos anos a ser vista nos sítios certos, com as pessoas certas que até me induziram a criar um blog como coisa chique, onde até com um jepeguêzito posso mostrar os meus sapatos italianos e vai-se a ver e isto não tem gracinha nenhuma.

A elite confunde-se com a populaça neste meio onde um nome brasonado e de família tem o mesmo valor que um nico qualquer. E depois, qualquer um pode discutir o que bem quiser como se fôssemos todos iguais e vivêssemos numa democracia participativa. E nem fechar a caixa de comentários resolve que esta pecha da cidadania, de ter opinião sobre a sociedade que o rodeia, irrompe num qualquer post num blog nascido sabe-se lá onde.

Pautamos o nosso comportamento por linkarmos os amigos que nos convêem e com quem queremos ser vistos, como é de bom tom, embora não nos livramos da balda daquela horda que faz deste meio uma onda de companheirismo, procurando saber sempre uns dos outros, dando parabéns e felicitações, como se não quisessem mesmo nada em troca e a amizade fosse um valor em si e não um cartão de crédito.

Já nem se pode ter vaidade de possuir um blog sem se ser vulgar.

PI do fascínio pelos automóveis

farois

luzes