A nona é nossa!
A do desemprego.
A do desemprego.
fecham-se 36 sap’s na zona centro do país porque é aí que está a virtude?
o Aeroporto da Ota não permitirá muitas rimas para tunas?
Apesar de parecer haver mais marés que… areia (mesmo contando com a pensante).

Um cheirinho:
Uma porra pá, um autentico desastre o 25 de Abril, esta confusão pá, a malta estava sossegadinha, a bica a 15 tostões, a gasosa a sete e coroa… Tá bem, essa merda da pide pá, Tarrafais e o carago, mas no fim de contas quem é que não colaborava, ah? Quantos bufos é que não havia nesta merda deste país, ah? Quem é que não se calava, quem é que arriscava coiro e cabelo, assim mesmo, o que se chama arriscar, ah? Meia dúzia de líricos, pá, meia dúzia de líricos que acabavam todos a fugir para o estrangeiro, pá, isto é tudo a mesma carneirada!
José Mário Branco, FMI, 1979
(o texto integral - apesar das imprecisões - está aqui)
A tragédia. O horror. O drama.
Será que no próximo dia 1 de Abril José Sócrates vai anunciar a sua demissão?
(d’après Cap )
Nestas tarifas, destaco os 50 soldos em que orçava um dedinho metido no olho do cu que era metade do preço dado ao uso da língua no mesmo orifício.
Bem como a frescura da menta sugerida no último parágrafo:
«Antes de deixar engolir o seu alho-porro peça à operadora para chupar uma pastilha de menta. Deliciosa sensação de cozedura.»

(carregar aqui para ver melhor)
No Dia da Poesia, a palavra dita por Mário Viegas.

O verdadeiro pau de Cabinda

As árvore morrem de pé

A árvore das patacas

O fim da picada
porque aqui é o teu 1º ano mas não páras: sempre (re)load.
(sei que é tarde mas há um provérbio que diz que mais vale tarde que nunca…)