Baraço de ideias
O João César Monteiro disse um dia que
“O amor é uma coisa bastante embaraçosa. Pelo menos da forma como eu o entendo: como algo de absoluto. As coisas que aprendemos na vida podiam levar-nos a relativizar o amor. Isso se eu tivesse algum bom senso na cabeça. Não é o caso. Há uma teimosia em entender o amor como coisa absoluta. Sendo absoluta, não é possível. Ficamos com a ideia.”
“O amor é uma coisa bastante embaraçosa. Pelo menos da forma como eu o entendo: como algo de absoluto. As coisas que aprendemos na vida podiam levar-nos a relativizar o amor. Isso se eu tivesse algum bom senso na cabeça. Não é o caso. Há uma teimosia em entender o amor como coisa absoluta. Sendo absoluta, não é possível. Ficamos com a ideia.”
Esta é uma boa justificação para a minha busca constante de ideias.
E julgo que o Klimt concordaria com esta procura da perfeição.
(Imagem: Gustav Klimt, Death and Life, 1916, óleo sobre tela, 1,78 x 1,98 )

